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O romance “O Pecado de Porto Negro”, de Norberto Morais, editado em maio de 2014 em Portugal, vai ser adaptado à televisão pela brasileira TV Globo, anunciou o grupo editorial LeYa.

O romance do escritor português, protagonizado pelo estivador Santiago Cardamomo, homem espertalhão e mulherengo, e cuja ação narrativa decorre em Porto Negro, capital da ficcionada ilha de São Cristóvão, vai ser adaptado por Patrícia Andrade, e a minissérie televisiva será realizada por André Felipe Binder.

Patrícia Andrade assinou, entre outros, os argumentos dos filmes “Entre Irmãs” (2017) e “Gonzaga: De Pai Para Filho” (2017), ambos realizados por Breno Silveira.

André Felipe Binder, nasceu há 45 anos, em S. Paulo, e, em cerca de 15 anos de carreira, realizou entre outras, as telenovelas “Cabocla” (2004), “A Lua me Disse” (2005) e, mais recentemente, “Vade Retro” (2017), protagonizada por Tony Ramos, ator que participou no festival Fantasporto, deste ano.

“O Pecado de Porto Negro”, romance finalista do Prémio Leya, em 2013, foi publicado pela Casa das Letras, em maio de 2014.

O livro narra “a rocambolesca história vivida por Santiago Cardamomo” e “pode ser considerado um mosaico de histórias que se vão encadeando para construir um romance admirável sobre o caráter circular do destino e capacidade que o passado tem de nos vir bater à porta, quando menos esperamos”, segundo a editora. A obra foi também publicada pela Leya Brasil.

Quando da sua publicação em Portugal, Miguel Real, no Jornal de Letras, Artes & Ideias (JL), afirmou que se tratava de “um dos melhores romances históricos publicados este século em Portugal”.

Norberto Morais é conterrâneo de Hermann Hesse, tendo nascido numa pequena cidade de Calw, na Floresta Negra alemã, em 1975, e vive desde os seis anos em Marinhais, no Ribatejo. Licenciado em Psicologia, pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada, de Lisboa, fez voluntariado na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, foi músico no Hot Club e teve uma banda, na qual era vocalista, letrista e compositor.

Literariamente estreou-se em 2008, com o romance “Vícios de Amor”, publicado pela Oficina do Livro, também do grupo LeYa.

 

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Bill Frisell toca em Portalegre

por FMSimoes, em 21.04.18

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O norte-americano Bill Frisell e os portugueses Rite of Trio e Ricardo Toscano estão entre os participantes no 15.º Festival de Jazz de Portalegre, que se realiza de 26 a 28 de abril.

O programador do PortalegreJazz Fest, Pedro Costa, sublinhou à agência Lusa que o certame permanece “fiel ao formato e compromisso de apresentar músicos norte-americanos, europeus e portugueses”, este ano numa única edição de fim de semana, já que nas anteriores o certame se dividiu-se em dois fins de semana, cita o Observador.

O Centro de Artes e Espetáculos de Portalegre (CAEP) é o principal palco dos diferentes espetáculos, à exceção de dois concertos fora da cidade, na vila vizinha de Castelo de Vide, dos noruegueses Angles 3, no dia 28 de abril, às 18:00, seguido da atuação do The Rite of Trio.

A banda norueguesa, que em novembro último atuou na Parede, nos arredores de Lisboa, apresenta o álbum “Parede”, resultado da residência artística de três dias nesta vila do concelho de Cascais, com “uma música feita de emoções fortes”, como a define Pedro Costa.

Cabe, aliás, à banda Angles 3 abrir o PortalegreJazz Fest, no dia 26 à noite, com um espetáculo no CAEP.

A Noruega é “um dos países de vanguarda do jazz mais inovador", disse Pedro Costa. "Os Angles 3 tanto vão beber ao folclore dos países gelados lá de cima como à quente África, ao mesmo tempo que o contrabaixo de Ingebrigt Haker-Flaten e os instrumentos de percussão de Kjell Nordeson empurram Martin Küchen a fazer os mais estonteantes solos de saxofone que podemos imaginar”.

O norte-americano Bill Frisell, de 66 anos, que se destacou na cena nova-iorquina nos anos de 1980, apresenta-se em duo com o contrabaixista Thomas Morgan, para estrear em Portugal, o seu mais recente disco, para a discográfica ECM, "Small Town". Um concerto único que está agendado para dia 27 à noite, no CAEP.

“Esta vai ser uma noite especial, com dois artistas de renome. Contém várias homenagens a amigos e inspirações dos dois músicos, como por exemplo a conhecida Carter Family, e termina com o tema ‘Goldfinger’, do filme de James Bond”, antecipou Pedro Costa.

“Figura incontornável do jazz e da música no seu sentido mais lato nos últimos 30 anos, Frisell gravou ao lado de grandes nomes como Paul Motian, John Zorn, Elvis Costello, Ginger Baker, Suzanne Vega, Loudon Wainwright III, Van Dyke Parks, Vic Chesnutt, Vinicius Cantuária, Marianne Faithful, Vernon Reid, Julius Hemphill, Brian Eno e Jon Hassell, só para cital alguns".

The Rite of Trio, Slow is Possible e o quarteto de Ricardo Toscano atuam no PortalegreJazz Fest, "vincando o melhor que se faz nesta área em Portugal".

Sobre o quarteto de Ricardo Toscano, Pedro Costa realçou que “a linguagem adotada é a do bebop e do pós-bop, com claras influências de Charlie Parker e um repertório de originais e composições históricas que vai até Ornette Coleman”.

Os The Rite of Trio atuam no dia 27, depois do concerto do duo FrisellMorgan, no espaço denominado “afterhours”.

Formado por André Silva, Filipe Louro e Pedro Melo Alves, The Rite of Trio é “um trio que navega entre diversos estilos musicais, como o hard bop, o free, o rock, o metal e o 'prog', com o objetivo de ‘tocar música sem regras, sem ambições e sem expectativas’”.

Os Slow is Possible atuam no dia 28, às 21:30, no CAEP, seguindo-se, às 23:00, no mesmo palco, o Ricardo Toscano Quarteto.

O sexteto Slow is Possible “pratica um jazz que revela influências eruditas, como não podia deixar de ser, mas também do rock e das músicas exploratórias, dando um relevo à melodia e ao ritmo que o torna particularmente acessível”, segundo o responsável.

Todas as noites o cartaz é encerrado no café-concerto do CAEP, Esquina das Beatas, pelo projeto BirdZzie, “numa viagem entre o jazz, o jazz-hop e o eletro-jazz”.

Paralelamente realiza-se no átrio a tradicional Feira do Disco e do Livro, organizada pela ditora Clean Feed.

“Enquanto programador posso dizer que este é sem dúvida um dos melhores cartazes que já produzi”, afirmou Pedro Costa, cargo que acumula com o de programador do Festival Internacional de Liubliana, na Eslovénia, e que já lhe valeu uma distinção pela The Europe Jazz Network.

O PortalegreJazz Fest tem este ano um orçamento de 26 mil euros. Em 2017 mobilizou perto de mil espetadores.

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